Diario 2 : Belkenstein

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Esta é uma das esculturas criadas pelo renomado artista baiano Bel Borba.
Ela esteve amostra no dia 15 de setembro em Roosevelt Island, Manhattan.
A arte deste laborioso artista promete novas e mais amplas possibilidades de expressão a cada dia,
por se tratar de uma arte sem preceitos formais e que se abre para o uso
de diversos materiais. Nesta criação o artista utilizou uma barreira plástica de trânsito, mostrando mais uma vez que é possível fazer arte com os materiais menos habituais
mostrando uma arte renovadora sobre os limites formais de meios artisticos julgados convencionais.
Nesse sentido, essa subversão intrínseca na arte deste artista revela outras realidades e abre percepções inumeraveis.
Neste cenário, circulam livremente apropriações de objetos comuns (ready made), tecnologias e sínteses com materiais industriais e naturais, a fim de despertarem efeitos perceptivos irônicos, sensoriais e de antagonismo no público. Os materiais são dispostos de modo a experimentar o que eles possibilitam de potencialidades para expressividades.
A escultura como meio expressivo se questiona a todo momento, e ela vem ampliando
seu campo criativo ao trabalhar com instalaçoes e objetos pricipalmente em vias e espaços publicos. Surge entao como comunicaçao e aproximaçao da vida, deixando
lacunas abertas que cabe a cada um interpreta-las, deixando suas leituras e narrativas
sobre o espaço e tempo das coisas.
ERIC C.

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